De punho aberto, firme a direita
A lateral decrescente de retirada
A espada valorosa empinada
A guarda fechada, estreita
A valentia da mão dependurada
Descida pela cabeleira desconexa
A sequência de atos, complexa
Sempre em imprevisível emboscada
Mesmo suprema e cerrada, com perícia
A pequena corajosa em carmesi
Velada pelo olhar de patrícia
Às vezes amolece seu arfã de bravura
tem deveras vezes que não fecha a si
e fica modesta, e declina insegura
Olhos Esquecidos
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Eu não sabia o que me esperava
Realmente tolo
Eu não sabia de nada
Eu apenas te amava
E você não me dava nem um olhar
Sendo que o meu erro foi ser tolo
Te am...
1 comentários:
Gostei muito do ritmo q as palavras criaram... Eu fiquei imaginando um momento de insegurança total ao ler esse soneto rs...
Mas sobre o tema, bem... A insegurança tem seu charme quando esta nas mãos de alguém q tem algo de bom a oferecer.
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