domingo, 13 de março de 2011

Lolita Poem

Look! Like the waves she walk
little fragile thing indeed
Listen! She sweetest talk
all you need
How could she run away?
How could she say good bye?
But she goes and her smile goes together
she keeps walking
forever.
Look! The way she dance like a flower in the wind
Absolutly sorbed by the light
Can you see her blink eyes
They shine in the darkest night
How could she die alone?
How could she be the lovest thing i ever have?
How could she done all the stars die?
But she get it and yawn gentily
silently deified 
resigned.
Turn off the light of the night
then she can sleep.
Let just one star turned on
she fears the dark.
Gives her Teddy,
so she never will fell alone.
Look! The way she cries
could break even a stone
Listen! The way she talk
hurts you in your bones
How could she?
How could she?
And she cries and run
in the darkest night 
you made especialy for her.
But she goes and her smile goes together
she keeps walking
forever.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

~

Uma dor no peito que morre no vazio... além da arritmia.
Compreender uma necessidade, uma esperança... num instante um grito.
E um bum-bum que morre na garganta.
E a vontade de voar e ir embora que espreitam devorando novamente o ser...

sábado, 27 de novembro de 2010

Aviso

Adoro esse blog, mas vou encerrá-lo por falta de seguidores. Alguma hora cansa escrever para a parede.

Papel Amassado

Num quarto vazio,
jogados num canto
um pequeno maço de pincéis baratos
e um pedaço de papel.
Amassado, velho.
Mas ainda perfeito pro uso.
Assim como o sonho
usado
de daqui a alguns anos
varar aquela porta enorme
com um papel que significa
que eu sei.
Um papel amassado que ainda pode ser pintado.
Ou não.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

icterícia

menina icterícia
desdenhada superfície de felícia
delicada bandagem enxarcada
da mesma gosma ressecada
que envolve os dedos...
despedaçada


oblíqua a coluna adormecida...
segundo crispado de retundência
ecoando na cabeça espremida
entre o cabelo sujo
e os órgãos em falência


é o som da pestilência
e do sangramento vencido
de um miocárdio dolorido
que desespera obtuso
implorando por segundos de dormência
implorando ser banido
da tortura extrema
e da penitência


é a gosma da divina providência
roubando do corpo demente
a reta medida
entre o fígado, inchado e carcomido
e o baço, que já vencido
morre decrescido
da douçura sublime
e deita despedaçado
pela loucura latente


e separam-se todos
no arsênico, e no formol
um tonel de vício, lástima e riso
onde a figura inerte fica desfalecida
é a imagem paralizada
com os olhos escancarados e chorosos
e onde a graça desmedida da vida
se despedaça cansada, esbaforida
e a dor, extrema, que imobiliza
a visão perfeita, eternizada

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

La moissonneuse à venir et arracher ce qui reste une fois ...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Um interlúdio entre a clara verdade e a ilusão da fantasia

Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.
George Orwell
Um ser humano: ele nasce. Ele tem braços, tem pernas; tem fome, frio, sede... tem vontades. Elas crescem e amadurecem com ele, ao lado dele, dentro da clara compreensão de que cada escolha culmina uma consequência, e que a liberdade dele está dentro, e somente dentro dele mesmo. Ele nasce com esse desejo implícito de voar sobre o chão, poder abrir as asas quando quiser, uma alma tão fina e leve que levanta facilmente voo. E aí é que vem o problema: alguma hora, em algum momento, ele vai precisar dizer não. Ele terá que dizer não pra sua vontade, e então, se tornará verdadeiramente livre. O que é dessa pessoa que não o diz?