quinta-feira, 25 de junho de 2009

Coisas

1) Pessoas magrelas ou gordinhas?
menino magrinho, menina gordinha

2) Beijo calculado ou roubado?
com gostinho de fruta ;]

3) Rir ou fazer rir?
ambos

4) Admirar ou desejar quem namora?
admirar

5) Última vez que chorou muito e pq:
quando me senti desrespeitada por uma pessoa de que não sei me defender

6) Última vez que riu muito e pq:
vendo o vídeo do Mc Donalds

7) 3 situações que te fariam querer morrer:
ficar dodói demais e ter que voltar pro cárcere ou a tomar os remedinhos
perder meus filhinhos-gatos amarelos do meu coração
meu amor morrer

8) 3 situações que te fazem querer viver:
aprender artes e viver por isso
meus gatos precisam de mim
experiências que ainda quero dividir

9) Um personagem de seriado e pq:
Chii (inocência, pureza e curiosidade num pacote master sexy)

10) Um personagem de livro e pq:
Edward, porque ele sempre defende e cuida da Bella (apesar de não ser seriado, é série)

11) Algo que vc associe à perversão:
sabonete com perfume de flor

12) Algo que gostaria de aprender:
como quebrar um certo muro (pra não dizer muralha)

13) Qual seria sua reação vendo quem ama com outra pessoa?
perdoar

14) O que é mais excitante: gemidos ou palavras baixinhas?
prefiro palavras baixinhas, mas gemidos também são bons

15) Emparedar ou ser emparedada(o)?
emparedar se for guria, ser emparedada se for guri

16) Arte ou Ciência?
não consigo escolher

17) Dormir de conchinha: vc na frente ou atrás?
frente

18) Matar a barata ou entrar em pânico?
matar

19) 3 homens (mulheres) excitantes:
Lettuce x}
eu
Lettuce

20) 3 coisas excitantes:
morangos
beijo nas costas
sussuros
21) Algo maravilhoso que aconteceu em 2009:
começar belas artes

22) Algo péssimo que aconteceu em 2009:
não estar no Rio na segunda semana de fevereiro

23) 3 coisas que quer comprar logo:
scooter
notebook
clonarzepan

24) 3 pessoas que te conhecem bem:
Bruno Amaral
Charles
Müller (odeio trema... u.u')

25) 3 pessoas que vc conhece bem:
Müller

26) 3 coisas nas quais pensa muito ao longo de um dia:
dodóis
tenacidade
queijo

27) Confia de olhos fechados em:
meus verdadeiros amigos

28) 3 pessoas intimadas a responder esse questionário:
Becca
Alface
Shun

Postando aqui para posteriormente postar no meu fotolog.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Código de barras

Existem coisas que acontecem e o tempo não pode superar.
As pessoas vem, as pessoas vão, mas os acontecimentos ficam registrados como em um código de barras: cada um deles guardado para ser posteriormente avaliado e computado a cada novo registro que é feito. Com todas as chances de perdão que podem haver, o que acontece continua registrado no código de barras, não adianta. As pessoas vão te julgar pelo que você faz, não as interessa o que você é.
E aí entra na sua vida uma pessoa tipo eu; jeito de ver o mundo obtuso, mãos viradas para o lado mais difícil, e ainda sim fazendo menos esforço que os demais, sempre andando para o lado errado e acertando, e vem aquela dúvida: o que ela tem, o que eu não tenho, o que eu tenho, o que ela não tem? Não é nada, absolutamente nada que qualquer um não possa ter, não tem mistério. Exceto que para mim o mistério está em ser assim como você possa achar que é e que é ruim. E que eu vou conseguir fazer espontaneamente. Não é uma qualidade. É só um arranhão do conjunto.
E vem essa sede estranha de utiona cupida... Essa necessidade confusa de sentir que de alguma forma tudo que registrei de ruim em certos códigos precisam servir para eu me defender, e para defender meus amigos; para conservar meu espaço seguro, para impedir que onde ponho meus sonhos para dormir se suje, se polua com as idéias egoístas e nogentas de alguém que não é uma boa pessoa. O pensamento insistente. Vou acabar registrando meu código de barras de certos alheios para os não-tão-alheios. Solidão se planta.
E veja só o que você fez! Seu código sujo sojou o de quem não tinha nada a ver. Alguém que se aproveita do poder que tem sobre alguém para hegar onde quer é mais fraco que qualquer um. Vejo um grande buraco vazio, onde só lágrimas dormem sem nenhuma tranquilidade. Veja o que você fez!
Por dentro, restam os pedaços do que era um dia, do que era bonito, do que com tanto esforço foi construído - por nós dois - e uma parte grande você destruiu. Odeio você. Queria que nunca tivesse existido.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

emotion sickness

silverchair

Composição: Daniel Johns

Erupt again ignore the pill
And I won't let it show
Sacrifice the tortures
Orchestral tear cash-flow
Increase delete escape defeat
It's all that matters to you
Cotton case for an iron pill
Distorted eyes
when everything is clearly dying

Burn my knees and
Burn my knees and
Burn my knees and
E-motion sickness
Addict with no heroine
E-motion sickness
Distorted eyes
when everything is clearly dying

Burn my knees and
Burn my knees and pray
Burn my knees and
Burn my knees and pray
[All my friends say]
Get up get up get up get up
Get up get up get up
Won't you stop my pain

E-motion sickness
[To idle with an idol]
Addict with no heroine
Good things will pass
It helps with excess access
Lessons learnt

E-motion sickness
[Lost no friendship]
[Corrosive head pollution]
Lessons learnt

terça-feira, 16 de junho de 2009

Lembra daquele dia onde tudo ainda era confuso, quando em teu interior dormia outra frutinha, no meu, outro bicho; foi engraçado como, entre cada vez que nos evitávamos - a nossa timidez à flor da pele - e como a presença de um meio que intimidava o outro, lembra?
Você é wild. Primeira pessoa tão wild quanto eu; cavalo tão selvagem quanto, não importa nenhum pensamento fora da nossa bolha. O mundo que realmente nos importa é sempre cúlplice das nossas loucurinhas, assim como um é do outro.
Talvez eu deva escrever uma canção para você. Ou deva começar a pensar em tatuar seu nome em mim, coisas que dentro da nossa bolha, o nosso mundo permitiria. Não há limites; quando você fala, quase sempre eu posso completar sua frase, assim como você costuma completar as minhas. Eu inspiro, você expira. É uma respiração só.
Sempre acaba sendo meio tolo quando fingimos um para o outro que não nos importamos com o último erro; mas faz parte da nossa química, faz parte do nosso ritmo frenético de existir, juntos.
Talvez, depois de tantas coisas ruins, agora seja a hora de relaxar de tudo, começar a entrar melhor cada um no mundo do outro. Era inevitável que uma hora, a bolha se fecharia e todos que restariam aqui dentro, conosco, fossem pessoas que nos apoiassem. Porque é isso que faremos. Afastamos quem não nos apoia, que tenta nos prejudicar. O tempo ensina.
Talvez já fossemos tudo isso que somos hoje desde o começo; talvez a dez anos atrás já completássemos as frases um do outro.

sábado, 6 de junho de 2009

Eu só quero ser feliz!
Só quero viver a minha vida como eu gosto, poder explodir eu mesma a cada segundo!!!
Mas eu nem tenho esse direito, né?
Eu não tenho e nem sei porque...
Talvez eu não tenha porque minha felicidade é tão importante quanto a dos outros.
Talvez eu só deva parar de me importar com você.
Ele estava contra a luz; o efeito era o ideal para riscá-lo como se realmente houvesse algum papel, como se eu segurasse um lápis. Tudo na minha mente. Ele estava lá - na luz e na minha mente - e eu esperava até os ossos que fosse para ficar.
As tremidas do tempo tiram-me o fôlego; eu sento, mas não mais espero. A única coisa que ainda posso esperar é material. Aquela voz que esperneava, sempre! - ela foi ouvida. Impressiona como ele encaixa nas mãos, na luz, no travesseirinho da cadeira pendurada, na sala; como ele encaixa na ducha, na boca, no suspiro. Como ele encaixa na cova dos meus olhos.
Aquela pergunta? Quisera eu uma resposta sem precisar de palavras. Mas eu posso responder agora de novo; e de novo, e sempre vai ser a mesma resposta.


Respiração

Respira sempre, nunca deixa de arfar
Quieto e plácido quando te for possível
E quando no calor do suor suspirar
Que seja no meu ouvido, quente e passível...

Que seja no barulho do tempo e bem dúbeo
Sem que no intervalo entre tudo se desbotem
As cores das mexas que emolduram o ébrio
E pelo caminho das portas que se fechem

E que quando não for possível inspirar
Que eu possa estar do teu lado e num sorriso
Ser teu diafráguima, tua força, ser teu ar

Ser o teu teto, qualquer que for o granizo
E ser de novo o ar que te leva o sorriso
E hoje e sempre, nunca deixes de respirar

sábado, 30 de maio de 2009

Algema

Gelada, pendia pendurada. Balançava pesada, abatida, arranhada, seca.
Era uma pulseira sem beleza, uma corrente pendurada tão fortemente, que nem o mais poderoso dos martelos a rompia. Nem o olhar mais quente, nem o carinho mais sincero, nem o suspiro mais profundo a rompia.
- Oh, algema - dizia a Desejosa - deixa-o crer que o maior flagelo é ignorar o que há por dentro, e não sofrer... Que não há sofrimento maior que evitar viver por medo de sofrer!
E a algema ficou lá, gelada do mesmo jeito.
A corrente ia sendo arrastada, se arranhando ainda mais nas pedras, pesando a cada segundo um tiquinho mais. Cada elo deixando seixos nas pedras, os seixos empoeirados do próprio farelo; a pulseira suada por dentro deixando assaduras, cicatrizes, pequenos cortes do metal mal-polido por dentro, as farpas por dentro da pele, e a pele ficando já roxa e infeccionada. Eram as marcas do peso. 
Levava consigo a chave no cinto, mas a certeza e a falta de humildade não o deixavam ver! - oh Céus! - que logo o peso ficaria insuportável, que os ferimentos ficariam insuportáveis, e quando isso acontecesse, quem ele gostaria de encontrar não poderia mais ser reencontrado. Até que ponto podia significar a algema, até que ponto a força que a pôs ali era mais forte que a única força capaz de retirá-la??
Depois de tudo que importou, de repente, já não importava tanto. E logo chegaria o dia que não importaria mais. Apenas mais seixos na pedra, apenas mais um condenado pelas prórpias escolhas. 
Era assim o caminho do Incrédulo - assim como foi, assim como sempre será - ele, e a algema. Ele e suas convicções. Ele e seus medos. Ele e seus temores. Ele e sua algema. E nada mais.
Ou - por mais que seja improvável - aproveitar a chance novamente dada: viver intensamente o que negou por milênios de reviravoltas, e voltar uma útlima vez sem a algema.
Mas assim como o nome diz, Desejosa é apenas aquela que deseja. Deseja que o Incrédulo possa, um dia, acreditar.